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Da próxima vez, o fogo

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Voz incontornável da literatura norte-americana do século XX, James Baldwin escreve aqui a sua carta ao mundo: um manifesto apaixonado e apaixonante contra todo o tipo de discriminação.

 

«A obra pioneira do grande poeta-profeta do nosso tempo.»  The Guardian

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Caraterísticas

Chancela

Autor(a) James Baldwin

Tradutor(a) Valério Romão

ISBN 9789897841866

Data de publicação Novembro de 2023

Edição atual 1.ª

Páginas 144

Apresentação capa mole

Dimensões 150x235mm

Género Ficção, Literatura

Coleção Alfaguara

Idade recomendada Adultos

Disponibilidade

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1 avaliação

  1. Alexandre Guimarães

    O meu templário coríntio aos requintes pútridos de minha prsotituição esfacelou defronte disto. Eu que nadei no visgoso e não alcancei a Arca. Mas, assevero, com a mentira da ficção, que o fogo não me dilacera a pele, pois como ele, sou de todos suores de luta sem glória. Apesar de sua grandeza, dele discordo, porque houve uma universal nesta terra e nessa época que disses: “dar a mão a alguém sempre foi o que esperei da alegria”. Mas, ainda assim, comungo com ele o horror de minha cenzala! Nós, animais de bestas caniceiras, éramos como no Estado ante ordem dos lobos uivantes de dor. Preciso fosse viesses impiedosa Themis, a cortar-nos as cabeças – que de pouco angélicas tinham, apesar de termos o brio celeste. Mas as correntes nos deixaram quimeras, e eu tive sangue nas mãos, mas um sangue libertário. Um escravo escondido, o Rei do Congo se rebelou, e uniu as feras abruptas uníssonas à alforria pela luta. Chigo, este, seu nome, coroado rei do Congo na mais alta Irmandade, da maior cidade das Américas setessentistas. Sua revolta dança em orixás inda hoje sub uma abóbada pintada de Papa negro, que jamais pisou no Vaticano e seu chão de mármore branco.

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«Deus mostrou a Noé o sinal do arco-íris, não mais haverá água, da próxima vez, o fogo!»

Este livro galvanizou toda uma nação quando foi publicado pela primeira vez, em 1963. Foi um dos primeiros a dar voz à luta do Movimento dos Direitos Civis. Composto por dois textos intensamente pessoais — «A minha masmorra estremeceu», uma carta ao seu sobrinho, escrita no centenário da abolição da escravatura nos Estados Unidos, e «Aos pés da cruz», ensaio sobre a relação entre raça e religião —, Da próxima vez, o fogo revela-nos a vida singular de James Baldwin, politicamente comprometida e interiormente conturbada. Ao mesmo tempo que nos dá conta do que foi crescer no bairro nova-iorquino do Harlem, faz uma condenação sem reservas do terrível legado da discriminação racial na sociedade americana. Enquanto reflete sobre os dilemas da espiritualidade à luz da religião e da sexualidade, lança um olhar provocatório sobre as contradições políticas que condenam os negros à invisibilidade ou à violência, desferindo um ataque direto, mas pacificador, à hipocrisia que reside no coração do país da liberdade.

Depois dos romances O quarto de Giovanni, Se esta rua falasse e Se o disseres na montanha, eis um dos testemunhos mais inspiradores de sempre sobre as profundas raízes dos conflitos raciais na América e sobre a procura íntima de um lugar para si no mundo. Um clássico da literatura, disponível pela primeira vez em Portugal.

 

«Prédica, ultimato, confissão, depoimento, testamento e relato […]. Tudo isto na prosa cáustica e brilhante que James Baldwin nos oferece, seja qual for o género em que escreve.»  The New York Times Book Review

«Estas palavras são tão eloquentes no seu fervor e tão incendiárias na sua honestidade, que conseguem inquietar todos os leitores.»  The Atlantic

«Um dos grandes intérpretes da América do século xx.»  Isabel Lucas, Público

«Uma elementar reflexão sobre a raça, pela mão de um dos maiores escritores americanos.»  Barack Obama

«Da próxima vez, o fogo é o melhor ensaio que já li. Tecnicamente, são dois, mas sentimo-los como apenas um. Baldwin recusava-se a segurar a mão de quem quer que fosse. Era simultaneamente frontal e belo. Parecia não querer escrever para nos convencer. Escrevia para além de nós.»  Ta-Nehisi Coates

«Baldwin não perdeu contacto com as origens da sua identidade, o que faz com que a sua obra possa ser lida e apreciada por uma comunidade de leitores mais vasta e diversa do que a de qualquer outro escritor americano.»  The Nation

«Nas tuas mãos, o verbo fez-se bonito outra vez. Nas tuas mãos, vimos como deve ser a palavra: nem sem sangue, nem sangrenta, mas viva. (…) Os milhares e milhares que se permitiram seduzir pela tua palavra, nesse mesmo gesto fizeram-se mais nobres, civilizados.»  Toni Morrison, no elogio fúnebre a James Baldwin

«Se Van Gogh era o artista-santo do século xix, James Baldwin é o artista-santo do século xx.»  Michael Ondaatje

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